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Wayne Hussey & The Mission

3 jul

Wayne Hussey & The Mission

Picture by Duncan Bryceland / Rex Features.
Picture Shows: Singer Wayne Hussey and The Mission performing live at Brixton Academy, London, England, Britain. 22nd October 2011

 

Wayne Hussey Solo: 14 de julho no SESC Ipiranga

28 jun

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Wayne Hussey

Nascido e criado em Bristol na Inglaterra, Wayne Hussey é o principal
integrante do ‘The Mission’, banda que obteve um sucesso considerável
no final dos anos 80 e início dos anos 90, com vendas que beiraram
os quatro milhões de disco em todo o mundo com grandes hits como Severina, Wastland, Deliverance, Tower of Strengh
Os discos “God’s own Medicine” e “Carved in Sand” se tornaram clássicos no estilo.

Conhecido por uma carreira escandalosa, Wayne tocou em
diversas bandas punk de Liverpool no final dos anos 70. Quando em
turnê pela a primeira vez com Pauline Murray & the Invisible Girls,
conheceu o extravagante Pete Burns que lhe convidou a se juntar
a então incipiente banda ‘Dead or Alive’. Foi no período de dois anos a
serviço de Pete Burns, que Wayne aprendeu a se comportar como um
rock star, usando cortes de cabelo exagerados, flertando com a moda
e vivendo uma vida cheia de excessos com sexo e androgenia. Afinal,
era o início dos anos 80, um período em ter atitude e estilo era o que
mais importava.

Depois de alguns singles que se transformaram em hits, Wayne
decidiu deixar Liverpool e o Dead or Alive. Ele atravessou os Pennines
de Leeds para atender ao chamado de Andrew Eldritch & The Sisters
of Mercy. Os Sisters precisavam de um guitarrista que usasse óculos
escuros durante os shows e que escrevesse slogans provocativos
com tinta spray na guitarra e Wayne fazia isso com gosto. Depois de
passar mais dois anos em turnê pelo mundo todo e se enveredar pelo
“sex, drugs and rockn roll”, Wayne conseguiu um som especial nas
guitarras que marcaram o álbum do Sister od Mercy
“First ans Last and Always”.

Logo depois, Hussey, em um ataque de fúria inspirado, deixou os Sisters
e com o baixista Craig Adams formou o The Mission, que conseguiu
ao longo da carreira estrondosa, ter quatorze singles no Top 30 do
Reino Unido, incluindo sucessos como “Severina”, “Butterfly on a
Wheel”, “Tower of Strength”, “Wasteland” e “Deliverance”.

The Mission forjou uma reputação, que ainda hoje permanece,
como uma das melhores bandas de rock ‘ao vivo’ do mundo, em grande
parte, graças ao carisma e energia que Hussey emana no palco.

O The Mission fez uma pausa de cinco anos em meados dos
anos 90, período em que Wayne se mudou para a Califórnia e passou a
produzir e compor música para cinema.

Em 1999, a banda voltou a se reuniu e percorreu o mundo várias
vezes e lançando novos álbums aclamados como”Aura” e “God is a
Bullet”.

Depois de outra pausa de três anos, Wayne se juntou aos membros
originais do The Mission, Simon Hinkler e Craig Adams para uma
temporada de shows de muito sucesso celebrando o 25º aniversário da
banda no Reino Unido, Europa e América do Sul & Central

Ao lado de suas atividades com o The Mission, Wayne também
continua a percorrer o mundo com seu show solo, que inclui versões,
acústicas das canções do The Mission, seja no violão ou no piano, além
de covers de canções do pop e canções novas. Atualmente, Wayne reside
no Brasil e vive com a atriz brasileira Cintya Hussey, 3 cães e 6
gatos.

Dia 14 de julho, 21 hs.

SESC Ipiranga
rua Bom Pastor, 822
Ipiranga
São Paulo – SP
cep 04203-000
telefone: 11 3340-2000
fax: 11 2215-8418
e-mail: email@ipiranga.sescsp.org.br

R$ 16,00[inteira]
R$ 8,00[usuário inscrito no SESC e dependentes, +60 anos, professores da rede pública de ensino e estudantes com comprovante]
R$ 4,00[trabalhador no comércio de bens, serviços e turismo matriculado no SESC e dependentes]

Wayne Hussey (The Mission UK): único show em São Paulo

28 jun

Wayne Hussey, líder da banda The Mission UK, fará um único show em São Paulo no dia 14 de julho no SESC Ipiranga.

Será um show “acústico” com voz e violão/teclado.

O repertório será composto por músicas do The Mission e da carreira solo do Wayne.

A venda de ingressos inicia dia 29 de junho na rede SESC.

Jon Hassell / Possible Musics Tour 2012

27 maio

Arte: Michele Vannucchi
Arte: Michele Vannucchi

Jon Hassell / Possible Musics 2012

27 maio

ECM Studio: Jon. Peter, Jamie.

Foto: ECM Studio – Jon, Peter, Jamie.

Jon Hassell: trumpet / keyboard
Peter Freeman: bass / live sampling / percussion
Jamie Muhoberac: keyboard / zendrum / percussion

Arnaud Mercier: diretor técnico

SESC Belenzinho: 16 e 17 de junho de 2012.

O trompetista americano Jon Hassell passou a infância em Memphis, recebeu educação no conservatório clássico, estudou composição de música eletrônica com Stockhausen em Colónia; viveu uma “”temporada minimalisa” em Nova York com Terry Riley, Reich, Glass, o mestre indiano da voz Pandit Pran Nath lhe abriu uma janela para a música do mundo e para uma nova abordagem no trompete; questionou e desconstruiu a dicotomia europeia entre o clássico e o popular, o sagrado e o sensual, um pioneiro da transformação digital e do “sampling” – tudo isso levou ao “Fourth World” – a mistura única que Jon descreveu como “música mundana” para sublinhar uma equação mais sutil no seu trabalho e desestimular a rotulagem simplista de “mundo”, “jazz”, “clássica”, “mínimo”, ou “ambiente”.

Jon Hassell trabalhou com artistas como: Brian Eno, Talking Heads, Peter Gabriel, Wim Wenders, Ry Cooder, David Sylvian, Bono Vox e muitos outros.

Peter Freeman é um baixista, multi-instrumentista, compositor, “mixer” e produtor de Nova York. Começou sua carreira profissional em 1983 como baixista do violinista indiano virtuoso L.Shankar, excursionou e gravou com artistas como Seal, Alanis Morissette, John Cale, Chris Spedding, Nile Rodgers, Elliot Sharp e Jon Hassell.

Jamie Muhoberac músico de Los Angeles, gravou, tocou e excursionou com Seal, John Mayer, My Chemical Romance, The Rolling Stones, Dave Matthews, Bob Dylan, Joe Cocker, Robbie Williams, Fleetwood Mac e Jon Hassell.

Arnaud Mercier é o incrível engenheiro de som do grupo. O quarto músico fora do palco, responsável pela atmosfera sonora envolvente.

A turnê é uma referencia ao icônico álbum de 1980 que tem sido modelo para um novo gênero musical. O grupo pretende criar uma noite bonita, emocionante com atmosfera e remixes caleidoscópicos.

Serviço:

SESC Belenzinho

Dia(s) 16/06, 17/06

Sábado, às 21h e Domingo, às 18h

Rua Padre Adelino, 1.000

Belenzinho

São Paulo – SP

CEP 03303-000

telefone: 11 2076-9700

fax: 2076-9798

e-mail: email@belenzinho.sescsp.org.br

R$ 32,00 [inteira]

R$ 16,00 [usuário inscrito no SESC e dependentes, +60 anos, professores da rede pública de ensino e estudantes com comprovante]

R$ 8,00 [trabalhador no comércio de bens, serviços e turismo matriculado no SESC e dependentes]

Jon Hassell / Possible Musics 2012: 2 shows em São Paulo

27 maio

Jon Hassell / Possible Musics 2012

Jon Hassell – trumpet / keyboard
Peter Freeman – bass / live sampling / percussion
Jamie Muhoberac – keyboard / zendrum / percussion

Dias 16 e 17 de junho de 2012 no SESC Belenzinho.

The debt I owe to Jon Hassell (Brian Eno; Friday November 9, 2007; The Guardian)

26 abr

On the occasion of a November 2007 concert in Queen Elizabeth Hall, Brian Eno was asked by The Guardian to write about Jon Hassell. Here it is in full:

 

The debt I owe to Jon Hassell.

Brian Eno; Friday November 9, 2007; The Guardian.

 

I arrived in New York on a beautiful spring day in April 1978. I’d intended to stay for a week but the visit stretched on and on and I ended up staying for about five years.

Those first few months in the city were a formative time for me. I didn’t know many people, and I had time on my hands, so I was open to things in a way that I might not have been in a more familiar landscape. I listened to a lot of live music and bought a heap of records. One of the most important was by a musician I’d never heard of – a trumpeter called Jon Hassell. It was called Vernal Equinox.

This record fascinated me. It was a dreamy, strange, meditative music that was inflected by Indian, African and South American music, but also seemed located in the lineage of tonal minimalism. It was a music I felt I’d been waiting for.

I discovered later, after I met and became friends with Jon, that he referred to his invention as Fourth World Music (which became the subtitle of the first album we made together: Possible Musics). I learned subsequently that Jon had studied at Darmstadt with Stockhausen (as indeed had Holger Czukay from Can, another occasional colleague), that he’d played on the first recording of Terry Riley’s seminal In C, and that he’d studied with the great Indian singer Pran Nath.

We had a lot to talk about. We had both come through experimental music traditions – the European one, as exemplified by Stockhausen and Cornelius Cardew, and the American one of Cage and Terry Riley and LaMonte Young. At the same time, we were aware of the beauty and sophistication of all the music being made outside our culture – what is now called “world music”. And we were both intrigued by the possibilities of new musical technology.

But beyond these issues, there was a deeper idea: that music was a place where you conducted and displayed new social experiments. Jon’s experiment was to imagine a “coffee coloured” world – a globalised world constantly integrating and hybridising, where differences were celebrated and dignified – and to try to realise it in music.

His unusual articulacy – and the unexpected scope of his references – inspired me. In general, artists don’t talk much about how or why they make their work, especially “why”. Jon does. He is a theorist and a practitioner, and his theories are as elegant and as attractive as his music: because in fact his music is the embodiment of those theories.

We spent a lot of time together, time that changed my mind in many ways. We talked about music as embodied philosophy, for every music implies a philosophical position even when its creators aren’t conscious of it. And we talked about sex and sensuality, about trying to make a music that embraced the whole being and not just the bit above the neck (or just the bit below it).

It was in these conversations that, among other things, My Life in the Bush of Ghosts, which I made with David Byrne in 1981, was nurtured. All of us were interested in collage, in making musical particle colliders where we could crash different cultural forms with all their emotional baggage and see what came out of the collisions, what new worlds they suggested.

If I had to name one over-riding principle in Jon’s work it would be that of respect. He looks at the world in all its momentary and evanescent moods with respect, and this shows in his music. He sees dignity and beauty in all forms of the dance of life.

I owe a lot to Jon. Actually, a lot of people owe a lot to Jon. He has planted a strong and fertile seed whose fruits are still being gathered.

 

Jon Hassell performs at the Queen Elizabeth Hall on November 17 as part of the London Jazz festival.

 

 

 

Kaki King no Estúdio Showlivre: musicas inéditas

31 mar

Aqui está a playlist completa:

http://www.youtube.com/playlist?list=PLDB7A5A84695DFC13&feature=plcp

 

SESC TV: Especial Mulheres do Mundo

5 mar

Na semana do Dia Internacional da Mulher, o SescTV preparou uma programação de shows com intérpretes de diferentes partes do mundo.

A partir do dia 5, todas as noites, às 20h, grandes cantoras mostram seus repertórios no SescTV.

Mais informações: http://sesctv.org.br/destaque.cfm?id=6474&destaque_id=4

Ou: http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=bJRj47eziyA

No dia 09/03, às 20 hs: Kaki King (show gravado no SESC Belenzinho no dia 12 de junho de 2011).

Kaki King volta a São Paulo

7 fev

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Photo by Shervin Lainez.

Kaki King volta a São Paulo no mês de março para fazer 4 shows (9/3 SESC Araraquara; 10/3 SESC S. José dos Campos; 14 e 15/3 SESC Ipiranga).

Em junho de 2011 se apresentou no SESC Belenzinho com lotação esgotada nas duas noites.

A passagem de Kaki por São Paulo, em 2011, rendeu várias entrevistas, programas de TV e web. Aqui estão alguns links selecionados:

http://showlivre.uol.com.br/kaki-king-musica-e-culinaria-radar-showlivre_11786203_videos.html

http://mais.uol.com.br/view/xiddtuwnvlqs/metropolis–entrevista-com-a-guitarrista-kaki-king-04020C183362C0B91326?types=A

http://www.youtube.com/watch?v=20300OAB6d0&feature=player_embedded#!

http://mtv.uol.com.br/programas/goo/videos/kaki-king-inspiracoes

Kaki King iniciou sua carreira tocando de forma virtuosa no metrô em Nova York evoluindo para paisagens sonoras sob a produção do guitarrista David Torn, de John McIntyre (Tortoise). Muito talentosa, ela também se aventurou pelo pop rock com canções como “Pull me out alive” (CD Draming of Revenge), com mais de 1 milhão de acessos no YouTube.

Em sua carreira de 10 anos Kaki King  lançou cinco CDs e dois EPs.

Kaki King tem criado música para televisão e cinema e colaborado com Dave Grohl (Nirvana, Foo Fighters) e Eddie Vedder (Pearl Jam).

Em parceria com Eddie Vedder e Michael Brook, ela compôs a trilha para ” Na natureza selvagem” (2007) de Sean Penn pela qual recebeu a indicação de  Melhor trilha sonora “Golden Globe” (2008). Kaki King também contribuiu para a trilha do filme “O som do coração” (2007) que foi indicada para o Grammy em 2009.